quinta-feira, maio 28, 2009

.como se adiantasse.


Foto: Milena Marília


Num mundo em que segurança virou raridade, nem o velho lugar comum parece ser colo.

Há tempos rebobino a vida e vejoos flash antigos cada vez mais perderem o sentido. Solicito espaço, na mente no hd, no pen-drive. Tudo que escuto é que este disco não está removivel, essa memória não está apagavel, e contiuo assim: conectada.

Talvez me incomode mais esse travamento de dedos, de teclas de palavras atreladas ao ritmo que talvez não se ja mais real. E como se resolve? Se resolve?

Comer do mesmo, beber do inevitável e inalar o de sempre: oxigênio - todo de santo minuto, após três, já sabe...não não...só Deus sabe.

Sem mais reclamações, talvez me falte Cortazar, Klimt, Linspector...algumas palavras só fazem sentido em uma etapa da vida. Eu lamento. Eu não lamento.

Afinal, ainda tenho as plantas do meu quintal de concreto para trocar a terra, e esperar que de flores amarelas sustendas por avencas magentas saim borboletas.

1 Comments:

Blogger Samir Raoni said...

Oláaaa Marília!
May me mostrou o comentário que vc tentara colocar no meu blog mas não conseguiu.
Muito obrigado!
Vc tem orkut?

O meu é só pesquisar Samir Raoni, tenho dois profiles. O que eu mais uso é o 'Resignificando as Relações'.

Como vai a alma poética?

inté!

12:48 AM  

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